Hoje, esse disco aí do lado faz 40 anos, senhores. Posso dizer que Harvest, do Neil Young, é um dos discos que moldaram o meu caráter. É um dos responsáveis pela minha paixão pelo véio canadense - um artista que está entre os meus cinco favoritos (os outros, a saber: Pato Fu, Beatles, Tom Jobim e R.E.M.).
Harvest é o quarto disco solo de Neil Young, após ter sido parte de duas grandes bandas: o Buffalo Springfield e o Crosby, Stills, Nash & Young (os três primeiros vem ao Brasil no dia 10 de maio, segundo informações do jornalista José Norberto Flesch). Ele se seguiu aos petardos Everybody Knows this is Nowhere! e After the Goldrush, e foi gravado sem o acompanhamento da nobre banda Crazy Horse.
Aqui, em substituição a ela, aparecem os Stray Gators - capitaneados pelo produtor Jack Nitzsche - e um sem número de convidados para os backing vocals: além dos companheiros Stills, Crosby e Nash, Young ainda conta com a colaboração de James Taylor e Linda Ronstadt nas duas faixas mais bem sucedidas comercialmente do disco, "Heart of Gold" e "Old Man". Graças a elas, Harvest tornou-se o disco mais conhecido do canadense - e a porta de entrada para muitos ouvintes.
Aqui, em substituição a ela, aparecem os Stray Gators - capitaneados pelo produtor Jack Nitzsche - e um sem número de convidados para os backing vocals: além dos companheiros Stills, Crosby e Nash, Young ainda conta com a colaboração de James Taylor e Linda Ronstadt nas duas faixas mais bem sucedidas comercialmente do disco, "Heart of Gold" e "Old Man". Graças a elas, Harvest tornou-se o disco mais conhecido do canadense - e a porta de entrada para muitos ouvintes.