O mundo da música (da indústria do entretenimento em geral, e isso inclui até mesmo os esportes) adora um grande 'comeback': o retorno de um artista que passou tempos no ostracismo, a despeito de seus primeiros sucessos, ou que nunca foi valorizado comercialmente mas deixou sua marca na história. Há até quem tenha ficado mais poderoso depois do "comeback" - vale citar o caso de Johnny Cash, descoberto por uma nova geração a partir da série American Recordings promovida pelo produtor Rick Rubin.
No Brasil, a história não é diferente: um caso de sucesso foi a série de homenagens prestadas aos artistas considerados 'bregas' após a publicação do livro Eu Não Sou Cachorro Não, do historiador Paulo César de Araújo, que resgatou nomes como Waldick Soriano e Odair José. Na noite do último dia 19, um novo capítulo pode ter começado a ser escrito para a ex-mulher de Odair, Diana, que foi convidada pela cantora Bárbara Eugênia para revisitar no palco do SESC Pinheiros seu disco de 1972, Diana, produzido por ninguém menos que Raul Seixas.
No Brasil, a história não é diferente: um caso de sucesso foi a série de homenagens prestadas aos artistas considerados 'bregas' após a publicação do livro Eu Não Sou Cachorro Não, do historiador Paulo César de Araújo, que resgatou nomes como Waldick Soriano e Odair José. Na noite do último dia 19, um novo capítulo pode ter começado a ser escrito para a ex-mulher de Odair, Diana, que foi convidada pela cantora Bárbara Eugênia para revisitar no palco do SESC Pinheiros seu disco de 1972, Diana, produzido por ninguém menos que Raul Seixas.