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5 de mai. de 2014

Candy Crush é a Mãe!


Pode ser no metrô, no ônibus, na fila do banco ou na sala de espera do dentista: não é de hoje que as pessoas aproveitam seu tempo livre para concluir partidas de jogos simples como Candy Crush e Angry Birds. Imagine agora se, no lugar de apenas diversão, as milhões de horas gastas nesses aplicativos fossem utilizadas em games que pudessem ensinar literatura, transmitir conhecimentos sobre saúde ou até mesmo ajudar em uma pesquisa científica.

Essa é a ideia por trás da gamificação, área de tecnologia que cresce cada vez mais. Uma pesquisa recente da M2 Intelligence divulgou que a gamificação movimentou US$ 450 milhões em 2013, e deve chegar aos US$ 5,5 bilhões em 2018.

“Gamificação é usar elementos da estrutura de jogos para algo que não seja entretenimento puro, usando-os para incentivar comportamentos e resultados práticos”, diz Ysmar Vianna, autor do primeiro livro escrito em português sobre o assunto, Gamification, Inc., disponível para download na internet.

Assino hoje a matéria de abertura do Link, falando sobre um assunto que quer utilizar o conhecimento humano em salvar princesas e coletar moedinhas em coisas mais úteis que isso, e está presente já em apps legais como o Waze e o Duolingo. Bora lá? 

19 de out. de 2013

Playstation, GTA e Candy Crush

Não comentei por aqui ainda porque a vida anda muito corrida nessas últimas semanas, mas a razão é bem boa: desde o começo de setembro, comecei como repórter do caderno Link do Estadão, e está sendo uma das coisas mais legais que eu já fiz nesse pouco tempo de carreira que eu já tenho. 

Todo dia é uma novidade, uma coisa nova para aprender, e a companhia do meu editor, o Camilo Rocha (que também é dono de um dos blogs mais legais do país hoje em dia, o Bate Estaca) e dos repórteres Ligia Aguilhar e Murilo Roncolato tem ajudado muito. Tenho chegado em casa esgotado na maior parte dos dias (e por isso este espaço está à míngua, algo que eu tentarei mudar assim que for possível), mas feliz. É uma das coisas legais do jornalismo: acordar no dia seguinte, ir na banca e ver o teu nome impresso lá, e um baita texto. Dá aquela sensação de "cara, fui eu mesmo que fiz isso?". 

Das coisas que eu fiz até agora, além de mil notinhas para o site, destaco três textos para o jornal que me deixaram bastante orgulhoso: um sobre o estrondoso sucesso do GTA V, outro sobre a febre Candy Crush, na qual bati um papo com o guru de games da King, Tommy Palm, responsável pelo jogo, e a fresquinha repercussão sobre o preço do PlayStation 4 no Brasil, capa do caderno de negócios dessa sexta-feira, 18. E vem mais por aí: prometo que conto pra vocês quando rolarem coisas novas por lá. :)