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1 de dez. de 2014

PS4 vs. Xbox One: Ano Um

Lançados há um ano, os videogames PlayStation 4 e Xbox One disputam neste Natal a preferência dos jogadores brasileiros. Se em 2013 o preço dos aparelhos assustava, agora as empresas chegam munidas com lançamentos de grandes jogos (exclusivos ou não) e com promoções atrativas para o consumidor do País em grandes redes do varejo.

Representantes da oitava geração dos videogames, com configurações técnicas para sustentar jogos cada vez mais exigentes, PS4 e Xbox One são os primeiros consoles que chegaram ao País sem atraso com relação ao resto do mundo. Entre eles, uma diferença substancial: montado em Manaus, o Xbox One tem preço sugerido de R$ 2 mil, enquanto o importado PS4 tem venda oficial por R$ 4 mil.

A produção local é descrita pelos executivos de Sony e Microsoft como a saída para se ter sucesso no Brasil. Foi o que aconteceu com a geração anterior de consoles. A Microsoft saiu na frente, montando o Xbox 360 no País desde 2011, o que lhe fez ganhar a preferência dos consumidores.

Já a Sony começou a montar o PS3 no Brasil apenas em maio de 2013. “Se voltarmos três anos, o console mais vendido por aqui ainda era o PlayStation 2, um produto dos anos 90. A aquisição de videogames de última tecnologia é um fenômeno recente”, diz o analista da GfK, Oliver Römerscheidt.

Junto com o parceiro Murilo Roncolato, fiz um balanção do primeiro ano dos consoles da nova geração - PS4 e Xbox One - na primeira edição do Link em dezembro, procurando ajudar o leitor a escolher um videogame pra chamar de seu, e entender melhor o mercado nacional do setor. Além de um raio-X dividido a quatro mãos, eu e Murilo também entrevistamos os executivos de Sony e Microsoft para entender como eles lidam com preço, pirataria e o futuro dos videogames. Na mesma edição, também falamos sobre o futuro da Nintendo. 

17 de jun. de 2014

Sem Querer, Querendo...



Lá vem o Chaves, Chaves, Chaves… todos atentos de olho no videogame! Pelo menos é o que espera a produtora mexicana Slang, responsável pelo game Chaves Kart, que chega às lojas brasileiras nesta terça-feira, no mesmo dia do jogo entre Brasil e México pela Copa do Mundo. Disponível para PlayStation 3 e Xbox 360, o jogo coloca o menino do barril, Quico, Professor Girafales e outros personagens da turma criada pelo comediante mexicano Roberto Bolaños para correr em pistas divertidas, no melhor espírito Mario Kart.

Entretanto sua semelhança extrema com o jogo de corrida da Nintendo é talvez a maior falha de Chaves Kart, especialmente no momento em que Mario e seus amigos também voltam às pistas no Wii U. O formato dos dois games é extremamente parecido: circuitos simples se agrupam em torneios, que, ao serem vencidos, podem ser desbloqueados – bem como alguns dos personagens da turma de Bolaños. As pistas também lembram outra característica importante de Mario Kart, ao relembrar episódios específicos (Acapulco, Tamagandapio) e personagens (a Bruxa do 71 é tema de uma das corridas).

A Turma do Barril criada pelo mexicano Roberto Bolaños ganhou seu próprio jogo de Kart, lançado no Brasil na terça-feira, 17. Fiz uma análise rápida dos pontos fortes e fracos de Chaves Kart, que está disponível para PS3 e Xbox 360 e custa R$ 100. Para mais novidades de games, repito: dê uma olhada no Que Mario?, o blog de games que eu tenho com o Murilo Roncolato e o Luiz Fernando Toledo no Link. 

25 de nov. de 2013

Os Games Além dos Consoles

Depois de meses de espera, a oitava geração de videogames começa a chegar ao Brasil. O primeiro a desembarcar foi o console da Microsoft, Xbox One, na última sexta-feira, por R$ 2.299. Nesta semana, começam a ser vendidos no País o Wii U, da Nintendo, por R$ 1.899, e o PlayStation 4, por R$ 3.999. Apesar de serem a plataforma mais forte da indústria de games, engana-se quem pensa que o mercado se restringe apenas a essas três grandes marcas.

Nunca houve tantas opções para quem quer jogar. Além dos PCs, que hoje contam com diversas plataformas com distribuição digital de jogos, e dos aplicativos para tablets e smartphones, há portáteis e até um tablet específico para gamers. E esse mercado só tende a crescer. Segundo levantamento da consultoria Newzoo, a indústria de games faturou US$ 66 bilhões em 2012, e pode chegar a até US$ 86 bilhões em 2016.

Hoje a matéria principal do Link é minha, aproveitando a semana de lançamentos dos três consoles da oitava geração de videogames (PS4, Xbox One e Wii U) no Brasil para falar sobre o mercado de games que não tem nada a ver com os consoles. Muitos números, muita gente da indústria falando sobre o que pode acontecer, em uma matéria que deu um baita trabalho, mas tá bonita de ver no papel. Espero que vocês gostem. A edição de hoje também tem uma boa matéria do parceiro Murilo Roncolato falando sobre o esgotamento dos endereços IP (aqueles números que servem pra te identificar e são como um CEP da rede) e a sempre presente coluna do Homem-Objeto Camilo Rocha. 

26 de out. de 2013

No Link: Brasil Game Show

última semana talvez foi a mais corrida desde que eu cheguei ao Estadão, mas depois de algumas boas horas de sono, é bacana demais ver o resultado dos últimos dias de trabalho. Quinta e sexta-feira, eu cobri a Brasil Game Show, maior feira de videogames da América Latina, que abre suas portas para o público geral entre hoje e terça-feira, a partir das 11 horas. 

Os grandes destaques ficam, claro, para os lançamentos dos novos consoles Xbox One e PlayStation 4, mas também rolou uma entrevistinha curta com o Marcelo Tavares, diretor da feira, e uma matéria bem bacana sobre um novo sistema para a classificação indicativa de jogos e aplicativos digitais que o Ministério da Justiça vai implementar em breve, além de coisas legais que eu vou contando para vocês nas próximas semanas. Aperta o start e vem comigo.