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20 de mar. de 2014

Mas Que Mario?


Um é pouco, dois é bom, três é ainda melhor: já contei para vocês sobre o LOL, meu blog de memes & zoeira no Estadão, certo? Pois então: agora, além do LOL e deste espaço fino, elegante e sincero, comecei mais uma empreitada bloguística (ai) essa semana. Ao lado do Murilo Roncolato, meu parceiro de Link, e do Luiz Fernando Toledo, prodígio do núcleo multimídia do BigState, resolvemos botar a mão... nos controles e ressucitar um dos blogs mais queridos do Link: o Que Mario?, voltado para análises, zoações, lançamentos e vídeos sobre games. Por enquanto, ainda tem pouca coisa por lá, a casa é humilde mas tem bastante espaço pra entrar. E como a gente não pode passar sem música, um clássico do rrrrrock gaúcho pra rebater: "Conhece o Mario", do Maria do Relento.

7 de mar. de 2014

Twitch, Pokémon & Suzane

Mais uma vez, deixei passar batido por aqui três matérias bem legais que eu fiz pro Link na última semana. Ainda bem que a memória funciona a tempo, né? Enfim: na edição impressa da segunda-feira, contribuí com a matéria principal da semana falando sobre o Twitch, um serviço de transmissão de jogos em tempo real que têm atraído cada vez mais audiência, chegando até a bater o número de espectadores em alguns jogos de futebol transmitidos pela TV aberta, além de gerar uma série de narradores e atletas dos teclados e controles que viram ídolos na internet. 

Como complemento, a edição ainda trazia uma pequena reflexão sobre o Twitch Plays Pokémon, uma maluquice que atraiu mais de 37 milhões de pessoas (para assistir) uma partida coletiva do melhor jogo já feito para Game Boy, na qual qualquer jogador poderia mandar comandos, que seriam lidos pelo programa e utilizados na partida. A história é incrível - e mostrou como a internet pode ser uma baita ferramenta de inteligência coletiva (ou não), além de gerar uma meia dúzia de memes altamente maravilhosos. 

Por fim, mas não menos importante, entrevistei o criador de Suzy and Freedom, um jogo com uma premissa polêmica: recriar o caso von Richthofen pelo ponto de vista dos assassinos (Suzane e os irmãos Cravinhos), tentando entender a motivação que leva uma pessoa a querer matar alguém (seus pais, mais especificamente). Você pode achar macabro, assustador ou oportunista: não importa, porque o jogo é incrível - muito em grande parte por sua narrativa empolgante. 

25 de nov. de 2013

Os Games Além dos Consoles

Depois de meses de espera, a oitava geração de videogames começa a chegar ao Brasil. O primeiro a desembarcar foi o console da Microsoft, Xbox One, na última sexta-feira, por R$ 2.299. Nesta semana, começam a ser vendidos no País o Wii U, da Nintendo, por R$ 1.899, e o PlayStation 4, por R$ 3.999. Apesar de serem a plataforma mais forte da indústria de games, engana-se quem pensa que o mercado se restringe apenas a essas três grandes marcas.

Nunca houve tantas opções para quem quer jogar. Além dos PCs, que hoje contam com diversas plataformas com distribuição digital de jogos, e dos aplicativos para tablets e smartphones, há portáteis e até um tablet específico para gamers. E esse mercado só tende a crescer. Segundo levantamento da consultoria Newzoo, a indústria de games faturou US$ 66 bilhões em 2012, e pode chegar a até US$ 86 bilhões em 2016.

Hoje a matéria principal do Link é minha, aproveitando a semana de lançamentos dos três consoles da oitava geração de videogames (PS4, Xbox One e Wii U) no Brasil para falar sobre o mercado de games que não tem nada a ver com os consoles. Muitos números, muita gente da indústria falando sobre o que pode acontecer, em uma matéria que deu um baita trabalho, mas tá bonita de ver no papel. Espero que vocês gostem. A edição de hoje também tem uma boa matéria do parceiro Murilo Roncolato falando sobre o esgotamento dos endereços IP (aqueles números que servem pra te identificar e são como um CEP da rede) e a sempre presente coluna do Homem-Objeto Camilo Rocha. 

11 de nov. de 2013

Tropa de Elite

Um pelotão armado até os dentes tomou de assalto o mercado de games na última semana. Ghosts, o novo episódio da série de jogos de tiro em primeira pessoa Call of Duty, vendeu US$ 1 bilhão nas primeiras 24 horas após seu lançamento, na terça-feira. Os dados são da Activision, responsável pela franquia que insere o jogador dentro de batalhas em guerras contemporâneas.

A contagem considera apenas os jogos vendidos para o varejo, e não para o consumidor final. Mas a marca alcançada por Ghosts (disponível para PlayStation 3, Xbox 360, Wii U, PCs e também para a próxima geração de videogames) pode ser o suficiente para roubar de Grand Theft Auto V o título de game mais rentável no menor tempo possível.

Lançado em setembro, o GTA V faturou US$ 800 milhões em vendas ao consumidor final no primeiro dia, e chegou à marca de US$ 1 bilhão em três dias. Antes disso, o troféu pertencia ao episódio anterior de Call of Duty, Black Ops II, que vendeu US$ 500 milhões para o consumidor final em 24 horas. Com o lançamento de Ghosts, as vendas de todos os jogos da franquia Call of Duty superaram o faturamento de bilheteria de séries do cinema como Harry Potter e Star Wars.

O Link Estadão de hoje tá bonito pra caramba, desculpem a imodéstia. Tem uma matéria bem bacanuda da Ligia Aguilhar sobre o projeto dos celulares customizáveis que a Motorola quer lançar em breve e um perfil meu sobre a franquia de games Call of Duty, que bate recordes e mais recordes de venda (e rendeu chamada na capa do lado do Odair José ♥). O que você leu acima é o começo da matéria, cuja íntegra pode ser conferida aqui. O resto da edição do Link, você lê por aqui

26 de out. de 2013

No Link: Brasil Game Show

última semana talvez foi a mais corrida desde que eu cheguei ao Estadão, mas depois de algumas boas horas de sono, é bacana demais ver o resultado dos últimos dias de trabalho. Quinta e sexta-feira, eu cobri a Brasil Game Show, maior feira de videogames da América Latina, que abre suas portas para o público geral entre hoje e terça-feira, a partir das 11 horas. 

Os grandes destaques ficam, claro, para os lançamentos dos novos consoles Xbox One e PlayStation 4, mas também rolou uma entrevistinha curta com o Marcelo Tavares, diretor da feira, e uma matéria bem bacana sobre um novo sistema para a classificação indicativa de jogos e aplicativos digitais que o Ministério da Justiça vai implementar em breve, além de coisas legais que eu vou contando para vocês nas próximas semanas. Aperta o start e vem comigo. 



19 de out. de 2013

Playstation, GTA e Candy Crush

Não comentei por aqui ainda porque a vida anda muito corrida nessas últimas semanas, mas a razão é bem boa: desde o começo de setembro, comecei como repórter do caderno Link do Estadão, e está sendo uma das coisas mais legais que eu já fiz nesse pouco tempo de carreira que eu já tenho. 

Todo dia é uma novidade, uma coisa nova para aprender, e a companhia do meu editor, o Camilo Rocha (que também é dono de um dos blogs mais legais do país hoje em dia, o Bate Estaca) e dos repórteres Ligia Aguilhar e Murilo Roncolato tem ajudado muito. Tenho chegado em casa esgotado na maior parte dos dias (e por isso este espaço está à míngua, algo que eu tentarei mudar assim que for possível), mas feliz. É uma das coisas legais do jornalismo: acordar no dia seguinte, ir na banca e ver o teu nome impresso lá, e um baita texto. Dá aquela sensação de "cara, fui eu mesmo que fiz isso?". 

Das coisas que eu fiz até agora, além de mil notinhas para o site, destaco três textos para o jornal que me deixaram bastante orgulhoso: um sobre o estrondoso sucesso do GTA V, outro sobre a febre Candy Crush, na qual bati um papo com o guru de games da King, Tommy Palm, responsável pelo jogo, e a fresquinha repercussão sobre o preço do PlayStation 4 no Brasil, capa do caderno de negócios dessa sexta-feira, 18. E vem mais por aí: prometo que conto pra vocês quando rolarem coisas novas por lá. :)