18 de jun de 2014

Bilhões em Jogo

Na última semana, o mundo dos games mostrou mais uma vez porque é um dos setores mais rentáveis da indústria do entretenimento. Considerado o maior evento da área dos jogos eletrônicos, a Electronic Entertainment Expo (E3) chegou à sua vigésima edição, transformando a cidade de Los Angeles em palco para o anúncio de grandes lançamentos, prontos para ocupar os controles, telinhas e telonas dos jogadores nos próximos anos.

Se em 2013 a feira foi marcada pelo anúncio de uma nova geração de videogames, liderada por PlayStation 4 (Sony) e Xbox One (Microsoft), este ano foi a vez dos novos títulos que deverão atrair os jogadores para estes consoles. No geral, o que se viu foi uma aposta em nomes mais conhecidos dos fãs.

Respire fundo: foram anunciadas sequências ou reinvenções de Zelda, Call of Duty, Pokemon, Sonic, Tomb Raider, FIFA, Assassin’s Creed, Star Wars, Mortal Kombat, Halo, Battlefield, Civilization, Metal Gear Solid, Doom…

A maior feira de games do mundo e a batalha dos consoles foram motivo de outra matéria principal do Link de segunda-feira (o "Link no papel", como a gente diz por lá). Dessa vez, dividi os trabalhos com o parceirão Murilo Roncolato ao tentar mostrar as tendências desse setor da indústria do entretenimento que já fatura mais que música e cinema juntos e que só deve crescer nos próximos anos. Além disso, demos uma geral em números bacanas e no sistema de funcionamento da indústria de games.

Pra quem quiser mais, vale também acompanhar o Que Mario?, blog que eu, o Murilo e o Luiz Fernando Toledo, repórter de Educação do Estadão, fazemos juntos. 

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