Mostrando postagens com marcador rômulo fróes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rômulo fróes. Mostrar todas as postagens

23 de mar. de 2012

As Novas do Rômulo



Rômulo Fróes ataca de novo. Em um show bem bacana - espero ter tempo pra falar dele, ou pelo menos mostrar as fotos com calma depois - no SESC Consolação, hoje à noite, o cantor e compositor paulista mostrou duas canções inéditas. Ao violão, sozinho, no bis, Fróes mostrou "Não Há Mas Derruba" e "Um Amor de Morrer" - essa segunda, talvez a canção mais singela que o artista já fez. É esperar pra ver o que pode acontecer com o sucessor de Um Labirinto em Cada Pé, bonito disco de 2011 do cara. 

2 de ago. de 2011

Ditado

Fazendo um balanço rápido do que houve de bom em 2011 até agora para a música brasileira, é impossível deixar passar batidos dois nomes: Criolo e Rômulo Fróes. Algumas características os unem: ambos são de São Paulo, refletem bastante sobre a cena que os cerca, passaram um tempo razoável como quase anônimos até chamar a atenção da mídia e, por fim, mas não menos importante, utilizam o samba como um dos veículos principais para suas composições. Entretanto, o fazem de maneira diferente: enquanto Criolo - de quem já falei neste espaço antes - se apropria de uma linguagem que é de sua origem, e a soma com outros modos de cantar (como o rap), Rômulo Fróes canta sambas como quem até invadisse essa linguagem. Colocando-se como um estudioso - "Não sou sambista, mas lido com o samba porque afinal sou um compositor de música brasileira e tenho esse direito", disse ele ao Alto-Falante -, o cantor não pode deixar de lado o ritmo dos tambores. Mesmo que deixe o samba mais concreto e mais torto, Fróes o faz de maneira exemplar ao longo das 14 canções que compõe seu mais recente trabalho, Um Labirinto em Cada Pé.