26 de mai de 2014

Cães de Guarda

Cidades conectadas, com sistemas inteligentes de trânsito e segurança que captam dados sobre os hábitos de cada cidadão, são uma forte tendência tecnológica. Assim como pode acontecer com qualquer sistema de computador, porém, elas estão sujeitas a invasões de hackers mal-intencionados, que podem provocar congestionamentos e caos nos chamados da polícia. É esse o mote de um dos principais lançamentos de games do ano: Watch Dogs. Criado pela Ubisoft, o jogo chega às lojas no Brasil amanhã, em versões para PC, PlayStation 3 e 4, Xbox 360 e One.

Situado em uma versão alternativa de Chicago, Watch Dogs (“cães de guarda”, em tradução literal) põe o jogador na pele do hacker Aiden Pearce, que utiliza suas habilidades para interferir no sistema de informações da cidade, podendo roubar dados pessoais, invadir contas bancárias e mudar a orientação do trânsito. “Queríamos fazer um jogo no qual a cidade fosse não só um cenário, mas sim parte viva do game. Usar cidades inteligentes e hackers pareceu fazer sentido para nós”, diz Thomas Geffroyd, diretor de conteúdo do game.

Segurança na rede. Estereótipos hackers na cultura pop. A fina arte de invadir semáforos e provocar congestionamentos com um dispositivo construído com menos de US$ 100. Esses e outros temas fazem parte da minha matéria sobre Watch Dogs, um dos games mais esperados da temporada. Além da matéria, que você pode ler no Link, tem uma entrevista enorme com o Thomas Geffroyd, um canadense gente boa (que elogiou minha camiseta do Queens of the Stone Age, risos) e um vídeo com excertos dessa entrevista, que você pode ver aqui embaixo. Ele mesmo avisa: "você nunca mais vai olhar para o seu smartphone do mesmo jeito depois de jogar Watch Dogs". 


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