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21 de mai. de 2014

Virada Cultural 2014

Seria humanamente impossível para um repórter só cobrir toda a Virada Cultural. Talvez, uma equipe de cinquenta jornalistas, de diferentes áreas, de música e cinema até cidades e esportes, conseguissem dar conta de um dos eventos mais importantes da capital paulista, que completou 10 anos em 2014. 

Mas, mesmo assim, eu e o mestre Marcelo Costa dividimos a tarefa de tentar assistir alguns shows e contar para vocês como foi, em um recorte especial, que envolveu planejamento, atrasos e um bocado de sorte em alguns aspectos. Lá no Scream & Yell, você pode ler sobre 10 shows da Virada (ou 9, né Arnesto?). Eu falei da volta do IRA!, Riachão, Autoramas (com Lafayette & B Negão), Demônios da Garoa, Pepeu Gomes e Falcão, enquanto o Mac cobriu Otto, Juçara Marçal, Rômulo Fróes e Rosanah. Chega mais. :)

Além disso, juntei algumas fotos (e vou incluir outras depois) que tirei dos shows em um álbum no Facebook. E você pode lembrar como foram as Viradas de 2013, 2012 e 2011 aqui no pergunte ao Pop. 






21 de mai. de 2013

O Lado A(?) da Virada Cultural: Lirinha, Mombojó, Vanguart e Apanhador Só


O Victor Francisco Ferreira conta o resto da saga dele pela Virada Cultural pra gente aqui no Pergunte ao Pop. Saiba como foram os shows de Lirinha, Mombojó, Vanguart e Apanhador Só durante o festival paulistano

Após algumas horas na Sala de Imprensa escrevendo textos sobre minha experiência erótica oriental no Cine Dom José, rumei para a rua 25 de março. Passava das duas da manhã, e no palco da famosa rua do comércio paulistano estava a banda paraibana Cabruêra, com uma apresentação agitada e hits da música brasileira, principalmente nordestina.

Enquanto o palco da Cabruêra era desmontado e a equipe do pernambucano Lirinha ajeitava os instrumentos para o próximo show, os alto falantes do palco emitiam ruídos altos e irritantes. Problema técnico que foi solucionado apenas minutos antes do início da apresentação, que começou com 45 minutos de atraso.

19 de mai. de 2013

O Lado B da Virada Cultural: Cinema Erótico Japonês

A Mulher Inseto, de Shohei Imamura

O dono do Pergunte ao Pop pode não estar em São Paulo para curtir a Virada Cultural (e ter sua carteira levada por trombadinhas pra cantar Bob Dylan), mas o Pergunte ao Pop está! Victor Francisco Ferreira, que já escreveu sobre shows de Red Hot Chili Peppers e Os Pontos Negros, dessa vez colabora com este espaço falando sobre... cinema erótico japonês. 

“O que tem movido a Virada é a música”. A frase é de Juca Ferreira, secretário de cultura de São Paulo. Se as apresentações musicais são as mais procuradas e badaladas da Virada Cultural, não seria errado dizer que as sessões de cinema sejam o “lado B” do evento. Ainda mais quando reúnem uma coleção de filmes eróticos japoneses.

A coletânea Pink Porn, exibida no Cine Dom José durante a Virada Cultural 2013, apresentou diversos clássicos do cinema erótico japonês. O primeiro deles foi A Mulher Inseto (Nippon Konchûki, 1963), do diretor Shohei Imamura.

6 de mai. de 2012

Que Não É O Que Não Pode Ser

Altas expectativas cercavam o show dos Titãs nessa Virada Cultural: completando 30 anos de carreira, a banda paulistana executaria na íntegra Cabeça Dinossauro, seu clássico álbum de 1986, no palco da Avenida São João, ao meio-dia do domingo. Entretanto, os milhares de fãs que compareceram ao centro de São Paulo viram uma banda que entregou bem pouco do que prometia, prejudicada em boa parte pelo som baixo, mas também pelo seu próprio desânimo. 

19 de abr. de 2011

De volta a 1986, a bordo do DeLorean

Antes de tudo, é preciso avisar que esse texto não pretende ser um retrato completo da Virada Cultural: seria humanamente impossível fazer isso de maneira coerente. Vou apenas me focar nos quatro shows que vi, durante a tarde de domingo, no palco da Praça Júlio Prestes: Plebe Rude, Frejat, Blitz e RPM. Qualquer leitor atento poderia perceber que se tratam de artistas que não estão no auge de sua carreira - e todos eles surgidos durante a pax roqueira dos anos 80 no Brasil. Feito Marty McFly em seu DeLorean, os shows do dia 17 valem a pena como uma viagem de volta a 1986.